A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NO CÉREBRO HUMANO – PARTE I
Estudos realizados nessa área apontam que cada nota musical tem uma influência direta no cérebro humano, onde dependendo da forma de execução, incita a pessoa a tomar um tipo de atitude. Essas notas se transformam em campos harmônicos, onde esses também influenciam os ouvintes.
Observe que em alguns lugares como restaurantes, supermercados, consultórios, escritórios, etc, na maioria deles, existem uma música de fundo cujo objetivo é impulsionar o ouvinte a um tipo de reação dentro da perspectiva do proposto nesses ambientes.
O orador/animador deve conhecer esse potente recurso antes de ministrar sua palestra ou apresentação para que com isso, coloque os ouvintes num estado de ânimo apropriado para aquilo que será exposto.
Uma tática interessante é a da passagem de som antes de ministrar as palestras, onde o orador coloca uma música, vai ao fundo da sala para ouvir o som, ou seja, como está chegando o som dentro do auditório. Na verdade não se passa o som com o público presente, visto que a passagem de som incomoda os ouvintes, além de tirar a atenção e provocar irritação. O som deve ser passado antes.
Você deve estar se perguntando o motivo pelo qual eu disse para colocar um CD para tocar e ir ao fundo do auditório para ver como o som está saindo. Isso nada mais é do que um pretexto para fazer com que os ouvintes escutem sua música e, assim, você comece, já na suposta passagem de som, criar um ambiente favorável a sua mensagem.
O grande filósofo Aristóteles já ensinava aos seus discípulos que a música é uma arma tão poderosa que deveria ser controlada pelo Estado. Observando a afirmativa do grandioso filósofo, logo percebemos que o ensinamento foi levado à risca por vários países, inclusive o Brasil e, muitos países ainda hoje controlam as músicas que são executadas.
Uma música colocada sem uma observação atenta no momento que se ministra uma palestra ou se faz uma apresentação pode ter um efeito extremamente negativo em função daquilo que se espera e a reação que a mesma proporciona nos ouvintes.
Na parte II, falaremos das notas musicais, bem como as reações provocadas pelas mesmas.
Até lá! Um abraço a todos.
Estudos realizados nessa área apontam que cada nota musical tem uma influência direta no cérebro humano, onde dependendo da forma de execução, incita a pessoa a tomar um tipo de atitude. Essas notas se transformam em campos harmônicos, onde esses também influenciam os ouvintes.
Observe que em alguns lugares como restaurantes, supermercados, consultórios, escritórios, etc, na maioria deles, existem uma música de fundo cujo objetivo é impulsionar o ouvinte a um tipo de reação dentro da perspectiva do proposto nesses ambientes.
O orador/animador deve conhecer esse potente recurso antes de ministrar sua palestra ou apresentação para que com isso, coloque os ouvintes num estado de ânimo apropriado para aquilo que será exposto.
Uma tática interessante é a da passagem de som antes de ministrar as palestras, onde o orador coloca uma música, vai ao fundo da sala para ouvir o som, ou seja, como está chegando o som dentro do auditório. Na verdade não se passa o som com o público presente, visto que a passagem de som incomoda os ouvintes, além de tirar a atenção e provocar irritação. O som deve ser passado antes.
Você deve estar se perguntando o motivo pelo qual eu disse para colocar um CD para tocar e ir ao fundo do auditório para ver como o som está saindo. Isso nada mais é do que um pretexto para fazer com que os ouvintes escutem sua música e, assim, você comece, já na suposta passagem de som, criar um ambiente favorável a sua mensagem.
O grande filósofo Aristóteles já ensinava aos seus discípulos que a música é uma arma tão poderosa que deveria ser controlada pelo Estado. Observando a afirmativa do grandioso filósofo, logo percebemos que o ensinamento foi levado à risca por vários países, inclusive o Brasil e, muitos países ainda hoje controlam as músicas que são executadas.
Uma música colocada sem uma observação atenta no momento que se ministra uma palestra ou se faz uma apresentação pode ter um efeito extremamente negativo em função daquilo que se espera e a reação que a mesma proporciona nos ouvintes.
Na parte II, falaremos das notas musicais, bem como as reações provocadas pelas mesmas.
Até lá! Um abraço a todos.
Eduardo Garcia: Advogado, Músico, Compositor, Regente e Especialista em Direito Empresarial e dos Negócios e Direito do Entretenimento.